Sunday, December 8, 2019

A Farsa do Impeachment de Trump - 08/12/19


Tinha uma estória que era contada na faculdade de direito sobre um julgamento no sul dos Estados Unidos. No caso, depois do promotor ter apresentado a acusação, o juiz mandou o júri dar o veredito. Quando o advogado de defesa reclamou dizendo que ainda não havia apresentado o seu lado do caso, o juiz disse não era preciso por que só iria confundir o júri.

Pois é. Parece piada, mas foi exatamente isto que ocorreu esta semana no Congresso americano neste interminável circo que se tornou a investigação de impeachment.

Desta vez os democratas convidaram quatro testemunhas - professores de direito constitucional - para declararem que uma ligação telefônica era o suficiente para remover um presidente devidamente eleito.  E se ferraram.

Três dos professores foram convidados pelos democratas. Os republicanos só puderam convidar um - Jonathan Turley – que declarou não ter votado em Trump. Feldman de Harvard já havia publicado vários artigos dizendo que Trump deveria ser removido pelo simples fato de usar o Twitter.  Gerhard, da Universidade da Carolina do Norte contribuiu quatro vezes para a campanha de Obama e de Hillary. A instável professora Pamela Karlan de Stanford vomitou tanto ódio pelo presidente que chegou a ser repreendida pelos congressistas. Em sua alucinação, Trump teria usado o nós real para falar dele próprio, em sua conversa com o presidente da Ucrânia o que não fez qualquer sentido no contexto da conversa. Isto depois dela ter sido filmada alguns dias antes dizendo que atravessava a rua para não andar na mesma calçada dos hotéis Trump.

Como era de esperar, os três professores democratas chegaram à conclusão que um telefonema é o suficiente para impeachment. Isto faz qualquer um reconsiderar gastar milhares de dólares para enviar o filho a uma destas universidades.

Trump então anunciou que iria perguntar à Suprema Corte se ele poderia ser removido por causa de um telefonema. A reação dos democratas foi de dizer que ao recorrer ao Judiciário Trump estaria obstruindo a Justiça. Já viram algo assim?

Mesmo não sendo um fan de Trump, a testemunha republicana teve que dizer que os outros três estavam delirando. Que há um terceiro poder, o Judiciário precisamente para dirimir controvérsias entre o Executivo e o Legislativo. Mas isto não é importante. O que é importante para os democratas que não fizeram absolutamente nada no Congresso desde a eleição de Trump, é expressar o profundo ódio que estes alucinados têm pelo presidente mesmo antes dele ser eleito.

Turley ainda virou a mesa sobre os democratas dizendo que ao tentar remover um presidente por ele ter recorrido à Suprema Corte, o Legislativo, ou o Congresso americano estaria cometendo abuso de poder.

Nesta mesma semana e talvez como consequência deste fiasco, Nancy Pelosi, a porta-voz do Congresso, perdeu a paciência com a mídia, dizendo que Trump era um covarde por não banir o uso de armas e dar a cidadania a crianças ilegais.

Joe Biden enfrentou um eleitor de 83 anos que perguntou sobre a situação do seu filho Hunter e a empresa de óleo e gás da Ucrânia. Biden imediatamente chamou o sujeito de “maldito mentiroso” e o desafiou a uma competição de flexões e a um “teste de QI”.
Desde o seu testemunho, o professor Jonathan Turley foi inundado com mensagens ameaçadoras e pedidos para que a Universidade George Washington o demita.

O caos está tanto que dois ataques, um na base naval de Pearl Harbor por um marinheiro com distúrbios mentais e outro à base naval aérea de Pensacola por um estudante da força aérea Saudita, que matou três marinheiros americanos quase passaram despercebidos pela mídia.

É como se a batalha de impeachment estivesse poluindo uma atmosfera política já tóxica, à medida que avançamos em direção ao resultado inevitável de não dar em nada, que todos já esperam.

O pior é que líderes mundiais também demonstram sua falta de respeito para com Trump. Nesta semana líderes que compareceram à cúpula da Otan foram flagrados rindo enquanto aparentemente discutiam Donald Trump.

A conversa divertida e exasperada, capturada quando os participantes pareciam não perceber a câmera, incluía Johnson, Macron o presidente francês, o primeiro-ministro holandês Mark Rutte, Justin Trudeau do Canadá e a princesa Anne.

Mas com o Canadá passando por uma crise econômica, tendo perdido mais de 71 mil empregos só no mês de novembro, e Macron enfrentando a greve nacional mais séria que atingiu a França em anos com sindicatos avisando que as paralisações durariam até a próxima semana, fizeram Trump rir por último.

Trump adicionou outros 266 mil empregos em novembro reduzindo o desemprego para o menor nível dos últimos 50 anos a menos de 3.5%. Vendas aumentaram em 16%, fazendo a economia americana a maior e mais forte do globo. E o que os democratas querem amanhã? Impeachment.

O circo também está solto no Brasil depois desta semana de depoimentos da CPMI das Fake News. Tudo voltado para atacar o presidente Bolsonaro por aqueles que achavam ter tomado as rédeas do poder e de repente foram despidos com sua saída do partido.

E em Israel é a mesma coisa. A discussão sobre o indiciamento de Bibi continua a gerar em torno de uma suposta troca de favores que não ocorreu com o dono do jornal Yedioth Aharonoth na qual Bibi promoveria uma legislação que beneficiaria o jornal em troca de opiniões mais favoráveis. E o mesmo com o presidente da Bezeq, que em troca de ajudar seu presidente em vários negócios do grupo ele teria conseguido uma cobertura mais favorável no site da Walla que ninguém lê. É totalmente absurdo, mas aí estamos.

Três líderes de direita que continuam a ser viciosamente atacados por uma esquerda enlouquecida com a perda das rédeas que o povo foi mais inteligente de retomar. É isso que a esquerda deve aprender: que o povo não é burro e sabe o que é melhor para si. O povo quer ganhar sua vida com dignidade e não receber as esmolas do governo. O povo quer que seus impostos sejam aplicados em prol do bem estar de todos e não mal usados por políticos. O povo sempre irá com a prosperidade antes da ideologia. E enquanto a esquerda achar que sabe mais que nós, ela não durará no poder.


 

Sunday, December 1, 2019

A Fabricação da Ilegalidade dos Assentamentos Judaicos na Judeia e Samária - 12-01-19


O mundo continua acusando o Secretário de Estado Mike Pompeo de infringir a lei internacional ao manter sua declaração que os assentamentos judaicos na Judeia e Samaria não seriam ilegais. Várias opiniões na mídia esta semana disseram que Pompeo teria infringido a lei internacional, violado radicalmente a política dos EUA e minado a busca pela paz. Esses críticos estão errados de todos os lados.

O que Mike Pompeo fez foi apenas ressuscitar uma opinião de longa data e amplamente aceita sobre a legalidade dos assentamentos de Israel na Cisjordânia da época de Ronald Reagan.

Pompeo levantou quatro pontos principais. Primeiro, os assentamentos não são "inerentemente ilegais". Segundo, o destino da Cisjordânia deve ser determinado por meio de negociações. Terceiro, o direito internacional "não compele um resultado específico" a favor de Israel ou dos palestinos. E quarto, a questão é de natureza política, não legal, e atacar a legalidade dos assentamentos até agora, "não avançou a causa da paz".

Por 35 anos, as administrações americanas se abstiveram de repetir as críticas do presidente Carter que via os assentamentos israelenses como ilegais. Mas o presidente Obama quebrou essa política ao assumir a posição de Carter nas Nações Unidas. O presidente Reagan que veio depois de Carter havia rejeitado esta opinião. E "este governo", disse Pompeo, "concorda com o presidente Reagan".

Aqui estão alguns antecedentes.

O Presidente Carter teve um relacionamento péssimo com o primeiro-ministro israelense Menachem Begin. Carter o pressionou a fazer concessões aos palestinos. Isso incluía a condenação de assentamentos israelenses como ilegais, apoiada por uma carta de cinco páginas datada de 21 de abril de 1978 e assinada pelo consultor jurídico do Departamento de Estado Herbert Hansell.

Essa carta foi um trabalho ruim, lidando apenas com a autoridade que Israel adquiriu sobre o território como vencedor da guerra de 1967. Ignorou inteiramente os direitos dos judeus sob o mandato da Palestina de 1922, que pedia "o assentamento dos judeus na terra” e que os judeus já viviam naquela época em Hebron, Gush Etzion e incontáveis ishuvims na Judeia e Samaria – sem falar de Jerusalem. Como esses direitos poderiam ter sido extintos pelo ataque ilegal da Jordânia a Israel em 1948 ou pela suposta anexação da Cisjordânia em abril 1950, que os Estados Unidos nunca reconheceram?

Desde a antiguidade até 1949, os judeus viveram legalmente na Judeia e Samaria. Hansell não explicou quando este direito tinha terminado apesar de admitir que a Jordânia não havia sido soberana legítima da Cisjordânia entre 1949 e 1967.

Vendo que Carter invocou a lei simplesmente como um golpe para atacar Israel, Reagan se levantou em defesa do Estado Judeu, declarando que discordava de Carter.

Lembrando a declaração de Reagan de fevereiro de 1981 de que os assentamentos não são ilegais, a questão se torna "apenas uma questão política, não uma questão legal". O governo dos EUA "não reconheceu a soberania de nenhum país sobre a Cisjordânia desde que a Grã-Bretanha controlava a área sob o mandato da Palestina. ”A questão da soberania“ está aberta e não será fechada até que as partes efetivas do conflito formalmente concordem com um acordo de paz”.

Enquanto isso,“ não há lei que impeça os judeus de se estabelecerem na Cisjordânia "E ninguém deve ser excluído de morar lá" simplesmente por causa de sua nacionalidade ou religião ".

Não foi radical para Pompeo reviver a política de Reagan. O que foi radical - e o que impediu o progresso diplomático - foi o retorno do governo Obama às críticas legalistas de Carter a Israel.

Carter sustentava a opinião convencional de que a essência do conflito árabe-israelense é os assentamentos. Funcionários da administração Trump veem isso de maneira diferente. A opinião deles é evidentemente de que o conflito reflete as esperanças dos inimigos de Israel de que eles possam enfraquecer o Estado judeu, separá-lo de seu aliado EUA e, finalmente, destruí-lo. O que alimenta o conflito é a noção de que Israel é uma presença vulnerável e alienígena que carece de raízes, legitimidade e confiança moral.

Durante anos, a propaganda anti-Israel concentrou-se tão intensamente em atacar os assentamentos como ilegais, porque essa linha de argumento era mais profunda do que uma crítica à política: questionava a legitimidade da presença de qualquer judeu em sua terra ancestral e finalmente questionava a legitimidade de Israel de existir.

Como os principais inimigos de Israel sabem, afirmar que os judeus não têm o direito de viver na Judeia e Samaria - uma parte crítica da antiga pátria judaica - questiona o direito dos judeus de terem criado Israel. Nos dois casos, o direito está relacionado ao mandato da Palestina, que vinculava a legitimidade sionista à "conexão histórica do povo judeu com a Terra Santa". O primeiro-primeiro ministro de Israel, David Ben-Gurion, invocou o mandato da Palestina na Declaração de Independência de Israel.

Essa questão de direitos é diferente de discutirmos se é ou não sensato para Israel construir ou expandir assentamentos na Judeia e Samaria. E essa é uma questão diferente de se Israel deve ou como dividir a região em um elusivo acordo de paz ou se os líderes palestinos estão realmente dispostos a fazer concessões para terminar o conflito.

Pompeo traçou a linha com prudência. Ele repudiou a política destrutiva de Carter-Obama, rejeitando a alegação de ilegalidade. Ele reforçou a legitimidade de Israel. E manteve em aberto a questão de como as partes deveriam dividir a Cisjordânia em um acordo de paz, exceto para dizer que deveriam fazê-lo através de acordo mútuo.

Ao transferir a embaixada dos EUA em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, ao reconhecer a soberania de Israel sobre as colinas de Golã e declarando legais os assentamentos da Cisjordânia, os funcionários do governo Trump estão fortalecendo os laços dos EUA com Israel. Eles estão sistematicamente contradizendo aqueles que argumentam que Israel pode ser isolado e destruído. Mesmo eu não acreditando que seja possível, esta ainda é a  melhor esperança para uma paz negociada.




Sunday, November 24, 2019

A Tatica da Esquerda Para Depor Politicos Eleitos - 24/11/2019


Estamos enfrentando um grande problema que está minando as duas democracias mais importantes do mundo: os Estados Unidos e Israel. Os Estados Unidos por ser a maior potência do globo e Israel por ser a única democracia no barril de pólvora que é o Oriente Médio.

Nos dois países, os líderes estão sendo violentamente atacados por uma esquerda tão enlouquecida que literalmente poderá colocar o futuro do modelo democrático em perigo na tentativa de depor - por meios escusos -políticos devidamente eleitos pelo povo.

Nos Estados Unidos tivemos outra semana de interrogatórios no Congresso na patética inquirição de impeachment de Donald Trump. Isto nada tem a ver com o circo que foi a investigação do suposto conluio do presidente com os russos para vencer a eleição. Não, depois de 40 milhões de dólares e mais de 2 anos de investigação, nada foi encontrado entre Trump e os russos.

Esta é outra. É sobre uma alegação anônima de alguém que teria ouvido um comentário de outro alguém que estava na sala enquanto Trump falava com o recém-eleito presidente da Ucrânia. Naquela conversa (a transcrição da qual foi publicada pela Casa Branca) Trump teria pedido para o novo governo investigar o envolvimento do filho de Biden.

Agora, notem que Hunter Biden havia ganhado uma boquinha para fazer parte da diretoria de uma empresa de energia ucraniana super-corrupta enquanto seu pai era vice-presidente dos Estados Unidos. Mesmo sem falar ucraniano, não ter qualquer experiência em energia, Hunter foi pago mais de $83 mil dólares por mês – isto dá hoje R$350 mil reais por mês – para não fazer nada durante quase 3 anos.

Mas pelo fato de Biden ser um democrata, ninguém no governo ou na mídia quer uma investigação. Mas um simples telefonema de congratulações de Trump ao novo presidente da Ucrânia precipitou este furor.

Entre a ex-embaixadora americana na Ucrânia testemunhar que ficou intimidada pelos twits de Trump (?) até o democrata Adam Schiff perguntar a uma testemunha se ela "sentia" que o teor do telefonema tinha sido inapropriado e se ela "sentia" que os outros "sentiam" o mesmo... Depois desta linha absurda de questionamento sobre sentimentos, sem qualquer prova que o presidente tivesse ameaçado não dar ajuda militar à Ucrânia se não abrisse uma investigação contra Biden, Adam Schiff fechou a inquirição sem nada nas mãos para levar o impeachment adiante.

Mas os democratas ainda vão tentar levar isto ao voto somente para usar este fato nas publicidades das próximas eleições.

Em Israel a situação não é melhor. Depois de meses de especulação, o Advogado Geral, Avichai Mandelblit resolveu indiciar Bibi Netanyahu em uma série de alegações absurdas que mais parecem ter sido tecidas para agradar a Suprema Corte de Israel - que é de esquerda, e para a qual Mandelblit quer ser eventualmente nomeado, depois de uma carreira em que fez tudo para agradar seus superiores para ser promovido.

O caso 1000 alega que Netanyahu e sua esposa Sara receberam garrafas de champanhe e charutos de um produtor de Hollywood e de um bilionário australiano. Em troca, Bibi teria aceitado fazer um discurso na casa do produtor e de convidá-lo para ir com ele ao Congresso Americano.

O caso 2000 é ainda mais sem pernas. Arnon Mozes, o dono do jornal Yedioth Aharonot ligou para Bibi e ofereceu dar uma cobertura jornalística mais a seu favor se Bibi passasse uma lei proibindo a distribuição gratuita de jornais, para prejudicar seu competidor Israel Hayom que é gratuito. Bibi não concordou e não fez nada para passar esta legislação. Mesmo assim, Mandelblit acusa Bibi de fraude e de quebra de confiança. Pois é. Não se pode nem mais ouvir nada ao telefone.

O caso 4 mil, o mais sério dos três, alega que Bibi beneficiou a Bezeq, a maior empresa de telecomunicação de Israel, com regulamentos mais cômodos para a empresa, em troca de uma cobertura mais favorável no seu site de quinta categoria Walla. O absurdo é que tanto Netanyahu quanto o presidente da Bezeq foram acusados de suborno, isto é, não se sabe quem subornou quem. Não dá para acreditar.

A esquerda americana ainda não se conforma  com o resultado das últimas eleições e o desfazimento de suas conquistas de tornar a América num antro socialista. E fazem de tudo para derrubar este presidente que conseguiu reposicionar os Estados Unidos como a grande potência mundial, algo de que a esquerda se envergonha. 

Eles mentem, dizendo ao publico que desta vez o caso é explosivo e ele vai sofrer o impeachment. Mas no interrogatório das chamadas testemunhas “explosivas” quando inquiridos sobre qualquer pressão, suborno ou quid pro quo, nenhuma delas disse ter conhecimento de nada. Como as outras, esta farsa chegou ao fim, e os democratas ficaram sem nada, nenhum testemunho, nenhuma prova e se colocaram numa posição delicada.

Se votarem pelo impeachment, no ano que vem haverá a apreciação do Senado. Lá os republicanos são maioria e chamarão todos estes democratas incluindo Adam Schiff, Joe Biden e seu filho para testemunharem. E Trump quer isto. Ao escancarar a farsa, Trump irá ganhar as próximas eleições e enterrará os democratas que até agora não conseguiram um candidato à presidência que preste. As pesquisas de opinião já mostram isso.

Em Israel, a esquerda também está enlouquecida. Netanyahu conseguiu um reconhecimento e apoio desta administração americana nunca antes visto. A mudança da Embaixada, o reconhecimento da anexação do Golan, e agora a declaração que os assentamentos não são ilegais, tudo isto é o pesadelo da esquerda israelense que ainda sonha com dois estados e paz duradoura com os palestinos. O que irá acontecer é que Netanyahu irá continuar a governar e a tocar os processos apesar de toda a pressão para ele resignar. Se ele pensar em fazer isto, será a primeira vez que órgãos policiais conseguem remover um primeiro ministro eleito pelo povo com apenas alegações. Isto não pode se tornar um método de remover um político eleito quando não se gosta dele. E com o tempo, estes casos também serão encerrados.  

É assim que a esquerda age. Ela joga o jogo das palavras. Primeiro acusa seu adversário de um crime falso. Depois diz que o crime não está provado, ainda, mas o será. Ela faz isso para fazer o adversário parecer culpado frente ao publico e minar suas chances de reeleição. Mas quando o picareta é de esquerda, nunca há evidências ou provas de má conduta. (Vide o Lula)

Pessoal, a esquerda acredita que a democracia é como um trem. Pula-se fora quando se chegou ao destino. E é por isso que devemos ficar alertas e duvidar dos veículos de mídia de esquerda que estão aí somente para influenciar nossas decisões. Mas nós os eleitores vamos continuar a mostrar a eles que não somos burros.