Há apenas duas semanas, o governo Biden anunciou suas
conclusões sobre a retirada do Afeganistão que aconteceu
em agosto de 2021.
Estas conclusões normalmente,
num mundo sano, exigiriam o impeachment de Biden, já que líderes
nunca podem abandonar seus cidadãos, civis, numa zona de
guerra, mas ele fez.
O pior é que Biden não
sente qualquer remorso, nem acha que seja responsável por este desastre.
Na verdade, ele diz que está “orgulhoso” do que fez e daria
a si próprio nota 100.
Como a Rádio
Nacional Pública – a NPR
resumiu: “As forças dos EUA se retiraram às pressas em agosto de 2021, quando o
Talibã recapturou o país. Em meio ao caos, um atentado suicida matou 13
soldados americanos e mais de 100 afegãos.”
Ok. E de quem
foi a culpa disto de acordo com o relatório? “O resumo de 12 páginas culpou o governo Trump, a
inteligência ruim e os próprios afegãos.”
Entenderam? Biden fez isso, mas a culpa é de
Trump… e isso, em poucas palavras, é a história da América
em 2023 e
essa será a história nas próximas eleições no ano que vem e além. Tudo de errado é culpa de Trump, como em Israel,
tudo de errado é culpa de Netanyahu.
Como dizemos,
a notícia é o primeiro rascunho da história. Mas para o resto da mídia, este
foi mais um dia para
falsificar o registro e manter o prato da verdade vazio. A
história será contada pela metade. A metade deles, e se seu vizinho disser que nunca ouviu falar
de Hunter Biden ou de seu laptop onde estão provas de suborno, acredite nele.
Acredite nele se ele disser que não sabe nada sobre os membros
da família Biden, incluindo o Grandão, enriquecendo com dinheiro da China, Rússia, Ucrânia.
Esse vizinho também não sabe sobre os milhões de refugiados de mais de 80
países que chegam a pagar milhares de dólares aos cartéis, estão invadindo os
Estados Unidos, promovendo o tráfego humano, sexual e trazendo drogas que só no
ano passado mataram mais de 100 mil americanos.
E se este seu
vizinho acha que Biden aprendeu alguma coisa com seus erros, está muito
enganado. Ele, que só ouve as notícias de canais de esquerda, também não sabe que a generosidade de
Biden paga grandes somas a terroristas que odeiam Israel,
inclusive o Irã.
Nada parece impedir o governo Biden de querer recompensar os
mulás com um acordo nuclear que abrirá caminho para o regime islâmico obter
legalmente quantas armas nucleares quiser, capacitar os aiatolás com bilhões de dólares, suspender as
sanções contra seu regime teocrático, permitir que voltem ao sistema financeiro
global e aumentarem sua legitimidade no cenário global além de
expandir sua hegemonia no Oriente Médio que já está presente no Iraque, Síria, Iêmen, Líbano, na Faixa de Gaza – e na América
Latina.
De acordo com o jornal Independent Persian em 23 de fevereiro:
"Ali Bagheri Keni, o principal negociador nuclear da
República Islâmica, enfatizou a continuação das negociações para reviver o acordo
e que os americanos estão mantendo seu desejo de negociar com a
República Islâmica em segredo em meio à negação e ao silêncio".
Não importa
que desde que o governo
Biden assumiu o cargo, o regime iraniano tenha cometido
várias ações terroristas
como o assassinato de um empreiteiro americano na Síria junto com outros seis
soldados americanos que ficaram feridos. O lançamento de mísseis contra as
forças americanas no nordeste da Síria e a participação do Irã na guerra contra
a Ucrânia.
Sim, porque ao
fornecer armas e tropas
à Rússia, o Irã está testando e aperfeiçoando seus drones kamikazes.
O secretário de Relações Exteriores britânico, James
Cleverly, disse que “esses ataques covardes de drones pelo Irã causaram um sofrimento incalculável ao povo da
Ucrânia."
Além disso, o Irã, chamado pelo Departamento de Estado dos
Estados Unidos de "principal patrocinador do terrorismo de estado",
vem aumentando sua presença e células terroristas na América Latina enquanto
usa esse continente como um santuário. Tudo encoberto pelos governos
locais de esquerda. No final de fevereiro último, o Brasil permitiu que 2
navios de guerra iranianos atracassem no Rio de Janeiro em contravenção às
sanções internacionais impostas.
Hospedar
embarcações navais iranianas pertencentes a um regime que está brutalmente
reprimindo seu povo, matando mulheres por não usarem o véu de modo apropriado e
fornecendo armas à Rússia para usar na guerra contra a Ucrânia, envolvido em
terrorismo e proliferação de armas em todo o mundo, envia uma mensagem que estamos
indo na direção errada.
Mas voltando
ao governo Biden, o
regime iraniano tentou cometer vários ataques em solo americano.
Tentou assassinar John
Bolton (ex-conselheiro de segurança nacional), e Mike Pompeu
(o ex-secretário de estado), além da tentativa de sequestro da ativista iraniana
Masih Alinejad, refugiada em Nova Iorque.
Até mesmo o Washington Post apontou que a tentativa de
sequestro em solo americano pelo Irã deveria ser um sério aviso ao governo
Biden. Mas não.
Em vez disso, o governo Biden permanece em silêncio e evidentemente
ainda quer recompensar os mulás com o acordo nuclear e continua a ver o apaziguamento - como o único caminho
para lidar com o regime iraniano.
Nada, nem mesmo matar e ferir cidadãos americanos, parece
impedir o governo Biden acesso ilimitado a armas nucleares. E
sem a liderança americana o resto do mundo se cala.
Hoje vemos um
novo tipo de revolução da esquerda. Mas o objetivo é o mesmo: um partido, uma
opinião, uma conformidade ocupando todo o sistema.
E estão conseguindo. Nos Estados Unidos e até em
Israel com estes protestos contra a reforma judiciaria. E a mídia, transformada
em ativistas e propagandistas em total desrespeito à verdade e ao que deixarão
como registro da história.
E para nós, cabe lutar pela verdade. E esta luta está
mal começando.
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